Histórias da ” Nossa Gente”

Tuta Guedes é nossa gente.

Regina Maria Furlan (Pirassununga, 28 de dezembro de 1986), conhecida como Tuta Guedes é uma cantora e compositora brasileira.[1][2]

Tuta Guedes sempre foi apaixonada por música sertaneja, pois nasceu ouvindo artistas do gênero. Criada em um meio artístico, os instrumentos foram seus primeiros brinquedos, quando aos cinco anos ganhou uma sanfoninha do tio. O avô, um talentoso saxofonista, tinha uma banda da qual toda a família participava. A mãe, cantora, foi sua grande influência.

Talento precoce, Tuta se apresentava com o avô e os tios nas festas de bairro. Sua primeira apresentação foi com apenas cinco anos quando, a convite da igreja, coroou Nossa Senhora durante uma cerimônia. Aos 15, matriculou-se na escola de canto de sua cidade e, já no segundo dia para espanto de todos, foi convidada para participar de um show com seu professor de música.

Os anos se passaram, mas seu desejo de ser cantora reconhecida não. Cercada de sonhos e muito determinação, decidiu partir para São Paulo, onde iniciou sua vitoriosa trajetória profissional.

Em 2014, com uma super produção, a artista lança o primeiro DVD de sua carreira, “Tuta Guedes – O Motivo é Você – AO VIVO”, gravado nos Estúdios Quanta em São Paulo e masterizado no  Black Bird Studios, em Nashiville-EUA.


História de Pirassununga, a sua cidade.

Fonte> Site da Prefeitura de Pirassununga

As terras onde hoje se situa o município eram habitadas por índios de língua tupi que denominavam o atual distrito de Cachoeira de Emas como Pirasununga, que significa “peixes barulhentos” ou “barulho dos peixes”, através da junção dos termos pirá (“peixe”) e sunung (“fazer barulho”). O nome é uma referência ao fenômeno da piracema: todos os anos, em dezembro, os peixes (principalmente curimbatás) sobem o Rio Mojiguaçu para a desova e, no esforço para nadar contra a correnteza, emitem sons semelhantes ao de roncos.

Desde o século XVI, os bandeirantes já exploravam a região. No início do século XIX, chegou à região a família de Cristóvão Pereira de Godói, que fundou a Fazenda Santa Cruz. Em 1823, Ignácio Pereira Bueno e sua esposa instalaram-se na área central da cidade. Quando o então Bairro do Senhor Bom Jesus dos Aflitos foi oficialmente fundado, em 6 de agosto de 1823, com a celebração da primeira missa pelo padre Felippe Antônio Barreto, o nome de Pirassununga, que era designação atual de Cachoeira de Emas, foi aposto ao nome do novo local, que passou a se chamar Bairro do Senhor Bom Jesus dos Aflitos de Pirassununga. O local da primeira missa forma o largo onde hoje estão a Igreja da Assunção e a estação rodoviária.

Em 21 de novembro de 1828, a capela do Senhor Bom Jesus dos Aflitos de Pirassununga foi elevada a capela curada. Tornou-se freguesia em 4 de março de 1842, com a mesma denominação da capela, em terras do município de Mojimirim, sendo transferida para o município de Limeira no dia 8 de março daquele mesmo ano. A vila de Pirassununga foi criada em 22 de abril de 1865. A ferrovia chegou à cidade em 1880 por um ramal de linhas férreas que ligaria Mojimirim à então Belém do Descalvado. A vila recebeu foros de cidade em 31 de março de 1879 e tornou-se comarca em 6 de agosto de 1890.

O grande nome da cidade, como empreendedor, administrador e político (da confiança do presidente Getúlio Vargas), exemplo de humanidade, até a metade do século XX, é o Dr. Fernando Costa. Ele foi responsável, direta ou indiretamente, pela vinda das mais importantes e históricas instituições da cidade, como: Academia da Força Aérea, 13º Regimento de Cavalaria Mecanizado, Universidade de São Paulo, Instituto de Educação Estadual Pirassununga (atual Escola Estadual Pirassununga), Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Peixes Continentais etc. Todas essas instituições provocaram, a partir da metade da década de 1950, um ciclo de crescimento populacional e econômico que perdurou até o início da década de 1980. A partir de então, o ritmo de crescimento populacional e econômico da cidade perdeu fôlego, fato este que é comprovado em relação as demais cidades da região. Tal estagnação deveu-se, sobretudo, ao fruto da combinação entre a falta de investimentos em distritos industriais, a ausência de qualificação de mão de obra (cursos técnicos, universidades) e as desavenças políticas e na total falta de visão de crescimento e de empreendedorismo de seus administradores.

A partir do início do século XXI, porém, a cidade passou a receber importantes investimentos (públicos e privados), no ensino superior (novos cursos na USP, novas faculdades privadas), na indústria (expansão do setor sucroalcooleiro, com a criação e ampliação de usinas de açúcar e álcool, além de novos distritos/polos industriais, que ajudaram a atrair novas empresas), no setor de serviços (novas cadeias de varejo), e na construção civil (principalmente, na verticalização da cidade), os quais, possibilitaram uma retomada suave no ciclo de crescimento econômico que perdura até os dias atuais.

Muito do que se sabe sobre a história de Pirassununga deve-se ao trabalho de pesquisa do professor Manuel Pereira de Godoy.